Atualizado em 7 de novembro de 2026

Novidades

O que mudou no Monexa Hub: recursos novos, melhorias e correções.

Mais ETFs com classe e índice confirmados

IAU, GDX, SIL, MSTY e FLXK.L, do exterior, e BBSD11, XBOV11, ECOO11, FIND11, GOVE11, ISUS11 e SCVB11, da B3, entraram na nossa tabela de ETFs. A ficha deles agora mostra a classe, o índice e a gestora confirmados.

  • MelhoriaDoze ETFs novos na tabela, com classe, índice e gestora confirmados.

Crescimento anual também na B3, e ADRs com a régua do Brasil

O crescimento do lucro das ações da B3 agora é a média anual dos últimos anos fiscais, e não mais um trimestre contra o mesmo trimestre do ano anterior. Isso pode mudar a nota, os alertas e a posição de algumas ações nos rankings. E os ADRs de empresas brasileiras, como o BBD, seguem em dólar, mas com as premissas de valuation do Brasil.

  • CorreçãoCrescimento do lucro na B3 pelo ano fiscal, não por um trimestre.
  • MelhoriaADR de empresa brasileira com as premissas de valuation do Brasil.

Crescimento anual nas ações do exterior e a IA com os números da ficha

O crescimento de lucro e de receita das ações do exterior agora é a média anual dos últimos anos fiscais. Antes era um trimestre contra o mesmo trimestre do ano anterior, que oscila demais: a META aparecia com +264,8% de lucro, e agora aparece com +37,6% ao ano. E o Pergunte à carteira passou a citar o Bazin, o Graham e o DCF exatamente como aparecem na ficha, com as mesmas premissas.

  • CorreçãoCrescimento de lucro e receita de ação do exterior pelo ano fiscal, não por um trimestre.
  • CorreçãoO Bazin citado pela IA era de outra conta e não batia com a ficha (META: US$ 26 contra US$ 140).
  • MelhoriaA avaliação da IA volta a trazer o DCF, agora o mesmo da ficha.

Valuation de ações do exterior com premissas de lá

Na ficha de uma ação do exterior, os valuations agora partem de premissas americanas: DY desejado de 1,5% (perto do que o S&P 500 paga), desconto de 8,5% ao ano, perpetuidade de 2,5% e crescimento projetado de 8%. Com a régua do Brasil (6% de DY e 11,5% de desconto), toda ação americana saía cara por definição. O DY desejado também aceita valores a partir de 0,1%.

  • MelhoriaBazin, preço teto, Lynch e DCF de ação do exterior com premissas americanas.
  • MelhoriaDY desejado a partir de 0,1%, de 0,1 em 0,1 nas ações de fora.
  • CorreçãoO lucro projetado não passava de 200 bilhões, pouco para empresa americana.

Classe dos ETFs do exterior

SGOV e AOR entraram na nossa tabela de ETFs. E todo ETF americano que ainda não está nela deixa de aparecer como "Não classificado": a classe (renda fixa ou variável) e o índice vêm da categoria do fundo no Yahoo, com o aviso de que são uma estimativa.

  • NovoSGOV (renda fixa) e AOR (renda variável) na tabela de ETFs.
  • MelhoriaETF do exterior fora da tabela ganha classe e índice estimados pela categoria do fundo.

Pergunte à carteira avalia ativos do exterior

No Pergunte à carteira, a avaliação de um ativo agora também cobre ETFs e ações negociados nos EUA, como DFAE, META e o ADR BBD. A resposta usa os mesmos números da ficha, em dólar, e compara o retorno com o S&P 500 e o juro americano, nunca com o Ibovespa ou o CDI.

  • NovoAvaliação de ETFs e ações do exterior, com valores em dólar.
  • CorreçãoA avaliação dizia que um ETF do exterior não era um código válido.
  • CorreçãoA avaliação não usa mais um valor intrínseco (DCF) que não é o da ficha e podia sair absurdo.

Ficha de ações do exterior

Ações negociadas nos EUA, como META, e ADRs de empresas brasileiras, como BBD e CIG, agora abrem com a ficha completa em dólar: P/L, P/VP, dividend yield, ROE, margens, crescimento, Bazin, Graham e Lynch. O risco é medido contra o S&P 500 e o juro americano, e o histórico de proventos aparece na ficha. O que só existe na B3, como tag along, JCP e o ranking Joel Greenblatt, não aparece mais nessas fichas.

  • NovoIndicadores e valuations de ações do exterior, em dólar.
  • NovoRisco contra o S&P 500 e o juro americano.
  • CorreçãoPreço de ação do exterior aparecia em R$, e o histórico de proventos dela vinha vazio.
  • CorreçãoProvento de ETF americano podia entrar na carteira em real, com o valor em dólar; agora o do exterior vem só do extrato da corretora.

Importar notas do Inter Global

A confirmação de negociação da conta americana do Inter (Inter Global) agora é reconhecida na importação de notas. As compras e vendas entram em dólar, como as da Nomad, cada execução separada, e reimportar o mesmo PDF não duplica nada.

  • NovoInter Global na importação de notas (Transaction Confirmation em PDF).
  • MelhoriaDFAE (ações de mercados emergentes, Dimensional) classificado como renda variável na ficha do ETF.
  • MelhoriaFicha de ETF americano com taxa de administração, patrimônio e data de início; CNPJ e cotistas, que não existem lá fora, saíram.
  • NovoFicha do ETF mostra o domicílio (Brasil, EUA, Irlanda) e se ele distribui ou acumula os proventos, com o que isso muda na retenção e no IR.

Opções: o "?" que explica cada conta

Os números de Opções ganharam um "?" que explica como cada conta é feita: no Relatório (prêmio bruto, P&L realizado, prêmio %, retorno sobre o PM, retorno médio), nas Encerradas (P&L realizado e taxa de acerto) e no Histórico. O Histórico ganhou o card "Este mês", com quantas opções fecharam no mês, o prêmio e o resultado. E o "P&L acumulado · 12m" passou a somar de fato só os últimos 12 meses — antes somava o histórico inteiro, então o valor pode mudar para quem opera há mais de um ano. O "?" também passou a abrir no celular.

  • Novo"?" com a explicação de cada número em Relatório, Encerradas e Histórico.
  • NovoCard "Este mês" no Histórico: encerradas, prêmio e resultado do mês.
  • Novo"Melhor mês" explica por que foi o melhor: encerradas, prêmio, resultado, quanto do prêmio ficou e a taxa de acerto.
  • Correção"P&L acumulado · 12m" soma só os últimos 12 meses (somava o histórico inteiro).
  • CorreçãoO "?" das explicações agora abre no celular.

Carteira: coluna Tipo e resumo da classe alinhado

A tabela da Carteira ganhou a coluna Tipo, logo depois do ativo, no lugar da antiga Classe, que só repetia o grupo: o setor da ação, o segmento do FII (tijolo, papel, híbrido, FOF e a atividade, como Logística), se o ETF é de renda fixa ou variável e o índice que ele segue, o título da renda fixa (Tesouro IPCA+, Selic, CDB, Debênture…) e Criptomoeda. O resumo de cada classe agora fica com cada número na sua coluna — total em Posição, variação do dia e peso na carteira lado a lado —, e as colunas ficam paradas ao abrir ou recolher uma classe. Ações cuja outra classe tem setor (SAPR11, POMO4) passam a mostrá-lo também.

  • NovoColuna Tipo: setor, segmento, classe do ETF, título da renda fixa.
  • MelhoriaO Tipo também no celular e nas telas médias, embaixo do nome do ativo.
  • MelhoriaTipo também para FI-Infra (debêntures incentivadas), BDR e papéis abaixo de R$ 1 ou que saíram da bolsa, pelo último setor conhecido.
  • MelhoriaNo celular, o cabeçalho de cada classe mostra a variação do dia.
  • CorreçãoB3SA3 (código com número no meio) passa a aparecer nas Análises e a ter setor.
  • MelhoriaResumo da classe com cada número na sua coluna, e colunas fixas ao abrir ou recolher.
  • MelhoriaCom as classes recolhidas, o cabeçalho mostra só as colunas com valor.
  • CorreçãoAções sem setor herdam o da outra classe da mesma empresa.