Atualizado em 7 de novembro de 2026

Novidades

O que mudou no Monexa Hub: recursos novos, melhorias e correções.

Análises: os FIIs mais sólidos

A aba "Mais sólidas" agora também existe para os FIIs, com uma régua própria de fundo. A nota de 0 a 100 olha a renda paga mês a mês desde 2017, se o patrimônio por cota foi preservado, a alavancagem, a vacância (só nos de tijolo), a queda e a oscilação da cota em 10 anos, se o FFO cobre o provento e a taxa de administração. A renda é medida sobre o patrimônio por cota do mês, então desdobramento não distorce. O preço de hoje fica de fora da nota e aparece ao lado, com o P/VP contra a história do próprio fundo. Dá para filtrar por segmento (papel, tijolo, híbrido, FOF).

  • Novo"Mais sólidas" para FIIs, com régua própria de fundo.
  • NovoP/VP contra a história do próprio fundo e filtro por segmento.

Pergunte à carteira: os indicadores de qualquer ativo

O "Pergunte à sua carteira" agora lê a ficha da Análises de qualquer ação, FII ou ETF da B3, mesmo que você não tenha o papel. Pergunte "como estão os indicadores da WEGE3?" e a resposta traz a saúde (a nota de 0 a 100, Piotroski, Altman e dívida), o preço (P/L contra a própria mediana de 10 anos e os preços justos), o risco e os proventos, inclusive os já anunciados. Os números aparecem num cartão separado por saúde, preço, risco e proventos, e dá para comparar até três ativos numa tabela lado a lado. Na ficha de cada ativo, o botão com o brilho abre a pergunta pronta. É uma leitura dos indicadores, com o critério de cada número: a IA não diz se é hora de comprar ou vender, e toda avaliação termina com esse aviso. PRO.

  • NovoIndicadores de qualquer ação, FII ou ETF da B3 no Pergunte à carteira.
  • NovoBotão para perguntar à IA na ficha do ativo.
  • MelhoriaOs indicadores da avaliação aparecem num cartão por bloco e, ao comparar ativos, numa tabela lado a lado.
  • MelhoriaFIIs e Fiagros na avaliação com segmento, Gordon, valor patrimonial, FFO capitalizado, Sharpe e a composição do ativo.
  • MelhoriaResposta da avaliação mais curta: um parágrafo com a leitura e os pontos de atenção, e os números no cartão.

Análises: as ações mais sólidas da bolsa

A tela de Análises ganhou a aba "Mais sólidas": as ações ordenadas por uma nota de 0 a 100 tirada dos últimos 10 anos de cada empresa, com lucro constante, balanço, risco da ação, qualidade do caixa e crescimento. O preço de hoje não entra na nota. Ele aparece ao lado, com o P/L contra a história da própria empresa e a margem do preço justo, e a ordenação "Sólidas no preço" mostra as empresas fortes da mais barata para a mais cara. Há também um mapa Solidez × Preço. Cada nota abre os critérios que a formaram, e quem não passa no piso aparece com o motivo. Na ficha da ação, a Dívida líquida/EBITDA das empresas com debêntures saía maior do que a real e foi corrigida.

  • NovoAba "Mais sólidas" nas Análises, com a nota de Solidez de 10 anos.
  • NovoOrdenação "Sólidas no preço" e mapa Solidez × Preço.
  • CorreçãoDívida líquida/EBITDA na ficha da ação não conta mais as debêntures duas vezes.

Sincronização B3 sem negócios em dobro

Conectar à B3 um CPF que já está ligado a outra carteira sua agora é recusado, com o nome da carteira onde ele está. O mesmo login em duas carteiras trazia as mesmas operações duas vezes e inflava a posição e o aporte do mês. A sincronização também passou a gravar o extrato de cada login um de cada vez, para que duas atualizações seguidas não se misturem.

  • CorreçãoO mesmo CPF da B3 não pode mais ser conectado em duas carteiras.
  • CorreçãoAtualizações seguidas da B3 não duplicam mais negócios.

Informe de IR: cupons do Tesouro, JCP líquido e código 99

O informe anual do Imposto de Renda ficou mais fiel à declaração. Os juros semestrais do Tesouro Direto e os juros de debêntures comuns passaram a aparecer em Rendimentos Sujeitos à Tributação Exclusiva, código 06, já líquidos do imposto retido. O JCP, no código 10, agora mostra o valor recebido (líquido), como no informe das empresas. E os rendimentos de FII e de debêntures incentivadas passaram para o código 99 (Outros), o usado pelo programa do IRPF 2026.

  • NovoCupons do Tesouro e juros de debênture comum no código 06.
  • CorreçãoJCP do informe pelo valor líquido recebido.
  • CorreçãoFII e debênture incentivada no código 99.

Proventos por tipo e cupons do Tesouro

O gráfico de Proventos ganhou a vista "Por provento", que separa cada mês em Dividendos, JCP, Rendimentos e Renda fixa. Os juros semestrais do Tesouro (IPCA+ e Prefixado com juros semestrais) passaram a vir da sincronização com a B3 e aparecem em Proventos, já líquidos do Imposto de Renda retido na fonte, pela tabela regressiva conforme o tempo de cada compra. O mesmo desconto vale para os juros de debênture comum.

  • NovoVista "Por provento" em Proventos.
  • NovoCupons do Tesouro com juros semestrais vindos da B3.
  • CorreçãoJuros de Tesouro e debênture comum líquidos do IR retido.

Evolução do Patrimônio por tipo de ativo

O gráfico de Evolução do Patrimônio, no Painel e na Carteira, ganhou a vista "Por tipo". Na área, você vê quanto vale cada classe (ações, FIIs, ETFs, renda fixa…) mês a mês. Nas barras, quanto cada uma ganhou ou perdeu no mês, já descontadas as compras e vendas: é ali que aparece o rendimento da renda fixa, inclusive do título que não paga cupom, como o Tesouro Selic. Os ativos no exterior passaram a ser convertidos para reais pelo dólar oficial (PTAX) de cada mês, o que corrige a curva e a rentabilidade de quem investe fora.

  • NovoVista "Por tipo" na Evolução do Patrimônio.
  • NovoNa vista "Por tipo", clique numa classe da legenda para mostrar ou esconder (ver só a renda fixa, por exemplo).
  • CorreçãoAtivos no exterior convertidos pelo dólar de cada mês na curva e na rentabilidade.

Negócio da B3 editado continua editado

Ao editar uma compra ou venda que veio da sincronização com a B3 — o preço, por exemplo, para incluir a corretagem —, a edição era desfeita na sincronização seguinte, sem aviso. Agora o negócio editado passa a ser um lançamento seu: a B3 não o sobrescreve mais e também não o traz de volta em duplicidade.

  • CorreçãoEdição de negócio da B3 não é mais desfeita pela sincronização.

Edite o preço médio de um ativo

Na Carteira, abra o ativo e toque no lápis ao lado do preço médio para informar o seu. Útil quando o custo real inclui corretagem e taxas que o extrato da B3 não traz, ou uma compra anterior ao histórico. O preço informado vale a partir do dia do ajuste, na Carteira e no Imposto de Renda; as compras seguintes entram na média em cima dele, e ele continua valendo depois da sincronização com a B3. O ativo ganha o selo "ajustado", o ajuste aparece em Lançamentos → Eventos, e dá para voltar ao preço automático a qualquer momento.

  • NovoEditar preço médio na Carteira, com efeito no IR.

ETFs de renda fixa reconhecidos pela lista da B3 no IR

O Imposto de Renda passou a saber, pela lista oficial da B3, quais ETFs são de renda fixa — como NCDI11, NB0211, LFTB11 e HGBR11. Esses ETFs têm o IR retido na fonte pela corretora, então a venda deles não entra mais no DARF mensal nem pede revisão. Os ETFs de ações, cripto e imobiliários seguem no DARF de 15%. O ETF que nenhuma lista da B3 traz continua tributado e marcado para você confirmar o tipo.

  • CorreçãoETFs de renda fixa fora do DARF mensal, pela lista da B3.